Os criadores prometem que nos novos episódios, a heroína irá descobrir ainda mais segredos da Academia Nevermore e "descer ainda mais fundo na cripta da família Addams," reporta a Deadline.
Mas vale a pena esperar pela continuação e assistir às duas primeiras temporadas se não conheces a franquia? Sim. No entanto, é preciso entender que a série não é nada de extraordinário, mas é suficientemente boa para matar tempo durante uma, duas ou três noites—não mais que isso.
O que funciona na série—e o que não funciona
A primeira temporada misturou um pouco de "Harry Potter," um pouco de "Sabrina," e um pouco de "Scooby-Doo"—e isso não é uma crítica. Parece que esta mistura foi exatamente o que funcionou.Jenna Ortega é absolutamente perfeita para o papel. Ela carrega a série nas costas, e a cena de dança da primeira temporada tornou-se viral por mérito próprio.
Mas há muitos pontos negativos: desde o guião simplificado até histórias de amor inadequadas e clichés adolescentes. Alguns sentem falta do espírito clássico de "The Addams Family," outros querem mais lógica no comportamento das personagens. O final especialmente foi criticado—é considerado apressado.
Um espectador no Metacritic com o nome de utilizador infraRecon escreveu na sua crítica:
Espectador do Metacritic com nome de utilizador infraReconSe não soubesses nada sobre 'The Addams Family' e gostas de dramas adolescentes sombrios com enredos bastante previsíveis que às vezes te impedem de ficar aborrecido, vais definitivamente gostar desta série. Mas às vezes o programa é repugnante e parece previsível.
O que pensam os críticos?
No IMDb, "Wednesday" tem 8.0, e no Rotten Tomatoes—73%. Entre os críticos, há muitos que se apaixonaram pela estética sombria e estão dispostos a ignorar algumas falhas.O crítico de cinema Dan Jolin da Empire descreveu toda a primeira temporada assim: "As aventuras escolares de Wednesday Addams são 'Harry Potter com monstros.' Esperávamos mais da melhor personagem de 'The Addams Family,' mas pelo menos Jenna Ortega acertou perfeitamente no papel."