A Variety fechou o seu balanço de meio de ano e escolheu os melhores filmes da primeira metade. Selecionei seis das obras mais marcantes para vocês — aquelas que não são apenas bem feitas, mas que ficam connosco muito depois dos créditos finais.
"Black Bag" (realização de Steven Soderbergh)
Se andavam com saudades de jogos de espionagem elegantes — este filme acerta em cheio.George Woodhouse (Michael Fassbender), um agente dos serviços secretos britânicos, descobre que há um traidor no serviço. Em jogo está a operação secreta "Severus", e entre os suspeitos... a sua própria mulher Catherine (Cate Blanchett). Ela também é agente.
"Bring Her Back" (realização de Danny e Michael Philippou)
Os irmãos australianos estão de volta a fazer o que fazem melhor — assustar-nos de forma visceral.
"Sinners" (realização de Ryan Coogler)
Há muito que não víamos nada assim. É drama, terror, odisseia musical e biografia mística sobre a América dos anos 30, tudo numa só obra. E no seu cerne — é uma história sobre família, dever e o preço da fama.
"28 Years Later" (dir. Danny Boyle)
Boyle pega na câmara outra vez — e mergulha-nos no inferno.O vírus que transforma pessoas em zombies não deu tréguas durante quase três décadas. A Grã-Bretanha está vazia, o medo tornou-se a nova normalidade.
"Sorry, Baby" (dir. Eva Victor)
O melhor filme independente do ano. Sobre como as memórias podem envenenar o presente, e como é difícil recomeçar a viver.Agnes é uma professora universitária que vive há anos com um trauma do passado. Quando uma amiga vem visitá-la, parece que a vida pode finalmente mudar. Mas as memórias continuam a voltar, onda após onda.
"Mission: Impossible – The Final Reckoning" (dir. Christopher McQuarrie)
O último capítulo da saga de Ethan Hunt ( Tom Cruise ) entrega a escala épica que se esperaria de um final.
Se perderam alguma coisa desta lista, agora é altura de recuperar. Porque 2025 já nos trouxe cinema verdadeiramente forte. E parece que há ainda mais pela frente. Anteriormente no estrelina.com, falámos dos cinco melhores filmes do século XXI — segundo os leitores do New York Times. Concordam com as escolhas deles?