Ainda assim, a ideia da sequela continuava a surgir — incluindo no livro "Gump and Co.", escrito por Winston Groom. Mas e se esquecêssemos a versão do livro e tentássemos imaginar "Forrest Gump 2" do zero? Foi exatamente isso que um dos sistemas de IA mais populares — o ChatGPT — fez. E a sua versão surpreende pela ternura inesperada.
O Enredo Segundo o ChatGPT
Passaram mais de dez anos. Forrest (Tom Hanks) vive no Alabama, criando o seu filho (Haley Joel Osment) — tão bondoso e peculiar como ele próprio foi um dia.
Pelo caminho, torna-se acidentalmente uma estrela do YouTube, inspira fundadores de startups, faz amizade com veteranos do Iraque e, numa ocasião, investe por acaso em criptomoedas sem sequer perceber o que são.
Entretanto, Forrest escreve cartas à falecida Jenny — sobre o filho deles, sobre si próprio, sobre este mundo estranho e acelerado. Às vezes com humor, mais frequentemente com aquela mesma sinceridade de coração simples que é tão difícil de fingir no cinema.
O final é modesto: Forrest abre um clube de corrida para crianças com necessidades especiais e de repente percebe que tem um propósito novamente.
Deviam Fazer uma Segunda Parte?
Sim, isto é apenas uma hipótese. Mas lembra-nos mais uma vez porque é que a primeira parte funcionou: não por causa dos efeitos especiais (embora isso também), mas por causa da bondade, da ternura e da capacidade de ver a vida de forma um pouco diferente.Talvez não precisemos de "Forrest Gump 2". Mas se alguma vez acontecer — nós do estrelina.com gostaríamos que fosse exatamente assim.